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Após leilão, Dilma defende gestão eficiente em aeroportos |
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Após o governo ter conseguido arrecadar R$ 24,5 bilhões com o leilão para a exploração dos terminais aéreos de Cumbica, em Guarulhos, Viracopos, em Campinas, e Juscelino Kubitschek, em Brasília, a presidente Dilma Rousseff disse que o Executivo cumpriu "mais uma etapa" e defendeu uma "administração eficiente" dos três aeroportos.
"No governo é assim. Termina uma etapa e começa outra. Agora é fazer as coisas acontecerem, ou seja, [garantir] administração eficiente dos três aeroportos", disse a presidente após empossar o novo ministro das Cidades, Aguinaldo Ribeiro (PP-PB).
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Colunista InfoMoney: controvérsias globais, mas o otimismo prevalece |
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Os céticos de plantão continuam afirmando que estamos na beira da
rampa de novo. Senão, vejamos... Honrando o título de “Dr. Doom” (Dr.
Apocalipse), Nouriel Roubini disparou mais uma de suas previsões
catastróficas: segundo ele, mais de 400 bancos norte-americanos irão
falir e o sentimento de que a economia entrará em uma recessão será
inevitável.
“O grande risco é que haverá uma desaceleração nos mercados que pode
impactar o mercado de títulos, de ações e de crédito”, afirmou Roubini,
famoso por antever a crise financeira de 2008, em entrevista à CNBC.
“Irá parecer uma recessão, mesmo que não estejamos numa. As perdas de
emprego têm se elevado, os números de postos de trabalho nos EUA irão
mostrar isso. Não há crescimento do emprego no setor privado", disse
ele. "O consumo é fraco, as exportações são fracas e o setor imobiliário
é fraco", reiterou o economista.
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Brasil atrai mais grupos de serviços financeiros |
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Corretoras,
bancos de investimento e empresas de meios de pagamento estrangeiras
ingressam no Brasil de olho na economia aquecida e nos investimentos no
País. O bom momento para as empresas de serviços financeiros também pode
ser percebido pelos números dos fundos de private equity.
Dados da Associação de Private Equity dos Mercados Emergentes (Empea,
na sigla em inglês) mostram que a captação de recursos de fundos desse
tipo em atuação no País atingiu US$ 586 milhões no primeiro semestre de
2010, superando os US$ 401 milhões obtidos em todo o ano passado.
Estudo publicado pela consultoria Ernst & Young em julho aponta
que a atividade de private equity está se tornando um destino de
investimento "atrativo" no Brasil, com entrada de novas empresas no
País. A expectativa, diz o estudo, é de uma enxurrada de investimentos
em infraestrutura para a Copa de 2014 e a Olimpíada de 2016.
"A tendência (da vinda de fundos) é muito forte para 2011. Eles vão
obtendo participações minoritárias para desenvolver companhias para
futuros IPOs (oferta pública inicial de ações). Isso vai se estender
para os próximos dois anos", avalia o presidente do conselho de
administração do Instituto Brasileiro de Executivos de Finanças de São
Paulo (Ibef-SP). Ele cita empresas do setor alimentício e educacional
como possíveis alvo de interesse.
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Custo da energia no Brasil vai diminuir, garante ministro |
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(Ag. Brasil) – As tarifas de energia elétrica ficarão
mais baratas. Isso deverá ficar mais perceptível para a população a
partir do momento em que o retorno financeiro das usinas hidrelétricas
superar o valor investido. A partir de então, a operação dessas usinas
necessitará de poucos investimentos e isso refletirá nos preços cobrados
do consumidor final. A previsão é do ministro de Minas e Energia,
Márcio Zimmermann.
Segundo
ele, diferentemente do que muitos pensam, as tarifas de energia no
Brasil não estão entre as mais caras do mundo. “O Brasil tem uma tarifa
que está em condição intermediária em relação a outros países do mundo.
Até porque países em desenvolvimento têm de implantar maior
infraestrutura e, ao mesmo tempo, corrigir distorções econômicas e
sociais”, disse Zimmermann após participar do programa Bom Dia,
Ministro, que é produzido pela Secretaria de Comunicação Social da
Presidência da República, em parceria com a EBC Serviços.
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A que instituições o IBEF está associado ? |
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O IBEF está associado a instituições como a IAFEI – International
Association of Financial Executives Institutes (com sede em Zurique –
Suíça) e a IASC – International Acconting Standars (sediada em
Londres). Por meio do IBEF, o executivo de finanças se integra a essas
e outras instituições do Brasil e do mundo, realizando intercâmbios,
debates de temas da atualidade, desenvolvimento pessoal e profissional,
sempre com a atenção voltada para a área de finanças.
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Onde o IBEF está presente? |
O IBEF é filiado à IAFEI (International Association of Financial
Executives Institutes), entidade sediada em Zurique, Suiça e formada
por institutos congêneres localizados em 22 países, totalizando mais de
25.000 associados.
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